Por que pelo de rato e insetos são tolerados pela Anvisa

Ele pode estar no molho de tomate do seu macarrão, na mistura do seu atum em lata ou mesmo naquele suco de saquinho que você preparou para acompanhar o almoço. O ingrediente indesejável é: pelo de rato.

O blog Sem Frescura, da UOL, explica em nova pesquisa que este e outros corpos estranhos – como fragmentos de insetos – podem estar presente na maioria dos alimentos industrializados que consumimos diariamente E, sim: você eventualmente comeu isso em algum momento da vida.

Isso porque, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), são tolerados limites para “matérias estranhas e pequenas que não causem risco à saúde” nesses tais produtos. A indústria, por sua vez, aproveita a brecha para produzir sem tamanha preocupação. O que não pode passar pela aprovação da Anvisa, são impurezas, grandes ou microscópicas, que podem causar problemas.

Perguntada pelo blog sobre como esse limite é definido, a Anvisa diz apenas que ele leva em conta referências internacionais e também questões referentes aos meios de produção e formas de consumo dos produtos. Alguns tipos de produção de alimentos, a tecnologia disponível ainda não é capaz de eliminar todas as matérias estranhas, mesmo em países mais desenvolvidos.

Segundo especialistas, alimentos produzidos de uma forma que segue à risca os limites da legislação e que são consumidos de acordo com as especificações do fabricante não apresentam risco à saúde. Isso porque os limites para impurezas são estabelecidos por meio de testes científicos rigorosos.

Esses testes têm uma função bem simples: estabelecer a concentração máxima de impurezas em um determinado alimento sem que haja risco de causar infecções.

Essa informação já pode ser um alívio pois tais testes reduzem em 90% as chances de você comprar um produto infectado. Contudo, aqueles 10% acabam assombrando na hora de ir ao mercado, né? Buscando receitas de molho de tomate natural AGORA!

Fonte: Hypeness

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