O NEGÓCIO DE TESTAR VENDEDORES VAI BEM, OBRIGADO

      Nenhum comentário em O NEGÓCIO DE TESTAR VENDEDORES VAI BEM, OBRIGADO

O NEGÓCIO DE TESTAR VENDEDORES VAI BEM, OBRIGADO

O EMPRESÁRIO QUE COMANDA 55 MIL “CLIENTES OCULTOS” ATENDE AREZZO, BURGER KING E CINEMARK

A ideia de testar os serviços que temos atualmente é ótima, dessa 
forma podermos seremos atendidos sempre com um alto nível de 
eficiência e isso fará com nossas experiências dentro desse locais 
sejam realçadas pela melhoria do atendimento.
Mas os empresários estão preparados para lidar com esses 
colaboradores? Haverá um recompensa? Um plano de carreira? 
Ainda hoje voltando para casa estava ouvindo o Comentário do 
Max Gheringer na CBN, ele lia um e-mail de um ouvinte que havia
recebido uma promoção, mas que não haveria aumento no salário 
dessa pessoa.
A resposta dele foi clara, que o melhor seria essa pessoa manter o 
cargo para poder aprender coisas novas obter experiência e no 
futuro tentar renegociar os valores ou até mesmo sair da empresa.
Muito empresários não estão preparados para bonificar o seu 
colaborador, na minha visão os bons irão crescer mas em outras 
empresas e continuaremos com o mesmo serviço precário que 
temos hoje.
As empresas que hoje utilizam essa ferramenta já possuem 
mentalidade de multinacionais ou são multinacionais.
A maioria das empresas brasileiras tem que ter em mente que a 
partir do momento que o funcionário tem um plano de carreira e
um retorno financeiro de acordo com o que foi combinado no ato 
da contratação, ele estará sempre trabalhando para superar suas 
metas e com isso crescer dentro da empresa. (R2S)

José Worcman (Foto: Gabriel Rinaldi; Produção: Ana Paula Amaral; Agradecimentos: My Store Brasil)
                                                                                       JOSÉ WORCMAN (FOTO: GABRIEL RINALDI; PRODUÇÃO: ANA PAULA AMARAL; AGRADECIMENTOS: MY STORE BRASIL)
Fingir que é um cliente para, na verdade, avaliar o atendimento da loja é um negócio – e grande. José Worcman tem, em sua empresa especializada nesse filão, mais de 55 mil “clientes ocultos” pelo país. Eles espionam marcas como Arezzo e Cinemark. Aqui, alguns bastidores do tema.
• Diversos varejistas já atrelam o salário dos funcionários à avaliação do cliente oculto. O Burger King achou um jeito bem direto de fazer isso: se o avaliador vê que o atendente é bom, paga a ele R$ 50 na hora.
• No momento, o que mais irrita os consumidores brasileiros são atendentes que ficam grudados ao celular. “Esse é um problema de todo tipo de varejo”, diz o especialista.
• As lanchonetes Fiftie’s contrataram Worcman para checar se os garçons seguem à risca uma nova (e esperta) regra da casa: trazer a batata antes do lanche, mas junto com o refrigerante. Isso para incentivar o cliente a pedir mais uma bebida depois.
• No que o atendimento brasileiro está atrasado, comparado ao Primeiro Mundo? “Processos”, ele diz. “O lojista americano rende mais porque os procedimentos são bem definidos: ele sabe em quanto tempo o cliente deve ser atendido e a partir de qual fórmula.”

Deixe uma resposta